Filed under: Poesia, textos | Tags: Ariana, Dionísio, Hilda Hilst, Poesia, Zeca Baleiro
“Canção e Liberdade não se aprendem…” Hilda Hilst
Verônica Sabino – Canção II, Ode Descontínua e Remota para Flauta e Oboé
O Post de hoje é poético por si… Não que eu possa, como os poetas, criar “ex nihilo” (se é que eles podem)… “Ex nihilo” ou não, a obra da poetisa Hilda Hilst é uma das coisas mais belas que eu já degustei. Indico a todos, LEIAM HILDA HILST!
Angela Ro Ro – Canção V, Ode Descontínua e Remota para Flauta e Oboé
Recentemente, mais precisamente em 2005, Zeca Baleiro produziu brilhantemente um CD contendo várias musas da MPB interpretando uma série de poemas uma experiência auditiva de uma das obras “Ôde descontínua e remota para flauta e oboé. De Ariana para Dionísio”.
Ná Ozetti – Canção VI, Ode Descontínua e Remota para Flauta e Oboé
Simplesmente sensacional, sou fã de carteirinha desse CD, de Hilda, do Zeca e da fogosa Ariana…
Esse álbum não é somente bom, para mim, ele é uma experiência estética única, lado ao lado das que tive com Bach, Hendel, Olafur Eliasson e Kafka… Sem comentários…
Mônica Salmaso – Canção IX, Ode Descontínua e Remota para Flauta e Oboé
Aproveitando, deixo aqui o link para alguns sites de poesia e literatura que costumo visitar:
Cronópolis
Esse último, alias, tem um ótimos PodCasts. Inclusive um sobre Hilda Hilst
Uma ótima segunda feira para todos! E que venha o ano novo!
“Que se a mim não me deram
Esplêndida beleza
Deram-me a garganta
Esplandecida: palavra de ouro
A canção imantada
O sumarento gozo de cantar
Iluminada, ungida.”
Hilda Hilst
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